CONSTRUINDO AUTONOMIA NOS ANOS INICIAIS: PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA ALÉM DO CONTEÚDO
DOI:
https://doi.org/10.63330/aurumpub.062-004Palabras clave:
Autonomia, Anos iniciais, Práticas pedagógicas, Protagonismo infantil, Formação integralResumen
A construção da autonomia nos anos iniciais do Ensino Fundamental exige práticas pedagógicas que ultrapassem a transmissão de conteúdos e reconheçam a criança como sujeito ativo, capaz de participar, dialogar, escolher, colaborar e assumir responsabilidades de modo progressivo. Este capítulo discute a autonomia como dimensão formativa da escola, articulando práticas pedagógicas, mediação docente, protagonismo infantil e formação integral. Parte-se da compreensão de que a autonomia não se desenvolve pela ausência do professor, mas pela presença intencional de uma docência que organiza situações de aprendizagem, escuta os estudantes, propõe desafios e favorece experiências de convivência, investigação e tomada de decisão. A reflexão fundamenta-se em estudos sobre autonomia docente, protagonismo nos anos iniciais, metodologias ativas e desenvolvimento infantil, em diálogo com Tozetto e Prestes (2025), Silva, Ribeiro e Silva (2025), Carvalho (2024), Bondioli, Vigliar, Vianna e Salgado (2018), além de autores como Freire, Piaget, Vygotsky, Wallon, Tardif, Contreras, Moran e Bacich. Defende-se que educar para a autonomia significa ampliar o sentido da aprendizagem escolar, compreendendo que ensinar conteúdos também implica formar sujeitos capazes de pensar, conviver, argumentar e participar da vida coletiva. Conclui-se que práticas pedagógicas voltadas à autonomia fortalecem aprendizagens significativas e reafirmam a escola como espaço de formação humana.
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