AVALIAÇÃO COGNITIVA NO ENVELHECIMENTO: FERRAMENTAS E ESCALAS PARA O DIAGNÓSTICO DE COMPROMETIMENTO
DOI:
https://doi.org/10.63330/aurumpub.014-017Palavras-chave:
Avaliação cognitiva, Doença de alzheimer, Idoso, Miniexame do estado mental, RastreioResumo
A cognição abrange os processos mentais que nos permitem adquirir, processar e utilizar informações, sendo essencial para a autonomia do idoso. Com o envelhecimento populacional, a avaliação cognitiva se torna uma ferramenta fundamental para o rastreio de possíveis declínios. Para essa finalidade, diversos instrumentos são utilizados, sendo o Miniexame do Estado Mental (MEEM) um dos mais conhecidos e amplamente aplicados. Ele avalia diversas áreas, como orientação, atenção, cálculo, linguagem e memória. Outro instrumento de rastreio frequentemente empregado é o Teste de Desenho do Relógio, que, em sua simplicidade, consegue identificar alterações nas funções executivas e na capacidade visuoespacial. Além desses, o MOCA (Montreal Cognitive Assessment) se destaca por sua maior sensibilidade em detectar comprometimentos cognitivos leves. O rastreio precoce é crucial, pois a doença neurodegenerativa mais prevalente na população acima de 60 anos é a Doença de Alzheimer, uma condição que causa um declínio progressivo e irreversível da cognição. A detecção em estágios iniciais possibilita a implementação de intervenções farmacológicas e não farmacológicas que podem retardar a progressão dos sintomas, melhorando a qualidade de vida do paciente e de seus familiares.
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