NEURODIVERSIDADE E PRÁTICAS INCLUSIVAS: O PAPEL DO EDUCADOR NA VALORIZAÇÃO DAS DIFERENÇAS

Autores

  • Jeanne Maria Oliveira Mangueira Autor
  • Roseli Maria de Jesus Soares Autor
  • Ana Paula Sobral Ramos Autor
  • Marla Heckler da Silva Autor
  • Natan André de Jesus Autor
  • Jeferson Vitorino dos Santos Autor
  • Talyanne Larissa Gadelha Nogueira Autor
  • Rafaela Corrêa Saldanha Autor

DOI:

https://doi.org/10.63330/aurumpub.014-048

Palavras-chave:

Neurodiversidade, Inclusão escolar, Educação inclusiva, Formação docente, Valorização das diferenças

Resumo

O Este capítulo aborda a neurodiversidade como um paradigma que reconhece e valoriza as variações neurológicas humanas — como o autismo, TDAH, dislexia e outras condições — não como déficits, mas como formas legítimas de funcionamento cognitivo. A partir dessa perspectiva, discute-se o papel do educador na promoção de práticas pedagógicas inclusivas que respeitem as diferenças e potencializem as habilidades de todos os estudantes. A reflexão parte dos fundamentos teóricos da educação inclusiva, destacando a importância de um olhar sensível e ético sobre as singularidades do aprender. O texto enfatiza que a formação docente deve incluir o conhecimento sobre neurodiversidade e estratégias pedagógicas que assegurem acessibilidade curricular, uso de tecnologias assistivas e metodologias ativas adaptadas às necessidades de cada aluno. O educador é compreendido como mediador essencial no processo de construção de uma cultura escolar plural, empática e democrática, comprometida com a equidade e com o desenvolvimento integral dos sujeitos. Assim, a valorização das diferenças é apresentada não apenas como princípio pedagógico, mas como um ato político de reconhecimento e respeito à diversidade humana.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Referências

AINSCOW, Mel; BOOTH, Tony. Index for Inclusion: Developing Learning and Participation in Schools. Bristol: Centre for Studies on Inclusive Education (CSIE), 2011.

ARMSTRONG, Thomas. Neurodiversity: Discovering the Extraordinary Gifts of Autism, ADHD, Dyslexia, and Other Brain Differences. New York: Da Capo Press, 2010.

BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Lisboa: Edições 70, 2011.

BOOTH, Tony; AINSCOW, Mel. Index for Inclusion: Developing Learning and Participation in Schools. 3. ed. Bristol: CSIE, 2011.

CARVALHO, Rosita Edler. Educação inclusiva: com os pingos nos “is”. Porto Alegre: Mediação, 2019.

FLICK, Uwe. Introdução à pesquisa qualitativa. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.

GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 7. ed. São Paulo: Atlas, 2019.

GOODLEY, Dan. Disability Studies: An Interdisciplinary Introduction. 2. ed. London: SAGE, 2016.

KAPP, Steven K. Autism and Neurodiversity: An Introduction. London: Palgrave Macmillan, 2020.

MANTOAN, Maria Teresa Eglér. Inclusão escolar: O que é? Por quê? Como fazer? São Paulo: Moderna, 2015.

MEC – Ministério da Educação. Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília: MEC/SEESP, 2008.

MINAYO, Maria Cecília de Souza. O desafio do conhecimento: Pesquisa qualitativa em saúde. 14. ed. São Paulo: Hucitec, 2014.

SASSAKI, Romeu Kazumi. Inclusão: Construindo uma sociedade para todos. 8. ed. Rio de Janeiro: WVA, 2003.

SINGER, Judy. Why can’t you be normal for once in your life? In: CORKER, Mairian; FRENCH, Sally (Eds.). Disability Discourse. Buckingham: Open University Press, 1998. p. 59–67.

VYGOTSKY, Lev Semenovich. A formação social da mente: O desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes, 1997

Downloads

Publicado

2025-11-10

Como Citar

NEURODIVERSIDADE E PRÁTICAS INCLUSIVAS: O PAPEL DO EDUCADOR NA VALORIZAÇÃO DAS DIFERENÇAS. (2025). Aurum Editora, 572-580. https://doi.org/10.63330/aurumpub.014-048