DOENÇAS VIRAIS EMERGENTES: DESAFIOS PARA A MEDICINA INTENSIVA
DOI:
https://doi.org/10.63330/aurumpub.024-012Palavras-chave:
Doenças virais emergentes, Medicina intensiva, Manejo clínico, Terapias antivirais, Vigilância epidemiológicaResumo
As doenças virais emergentes representam um desafio crescente para a medicina intensiva, em razão da alta transmissibilidade, variabilidade genética e rápida evolução clínica dos pacientes críticos. Este estudo teve como objetivo analisar os principais impactos dessas doenças na assistência intensiva, identificando estratégias eficazes de manejo e prevenção. Realizou-se uma revisão integrativa da literatura, considerando publicações de 2018 a 2024 nas bases PubMed, SciELO e Web of Science, com foco em autores de referência como Fauci (2020), Morens & Fauci (2023) e Piot et al. (2022). Os resultados indicaram que a atuação precoce na ventilação mecânica, o monitoramento hemodinâmico contínuo e o uso criterioso de terapias antivirais são fundamentais para reduzir a mortalidade. Destacou-se ainda a importância da capacitação contínua das equipes e do desenvolvimento de protocolos baseados em evidências. Conclui-se que a integração entre vigilância epidemiológica, tecnologia médica e formação profissional é essencial para fortalecer a resposta da medicina intensiva frente às doenças virais emergentes.
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