APRENDIZAGEM, SUBJETIVIDADE E A CULTURA MAKER: CAMINHOS PARA UMA EDUCAÇÃO TRANSFORMADORA
DOI:
https://doi.org/10.63330/aurumpub.062-008Palavras-chave:
Aprendizagem, Subjetividade, Cultura Maker, Educação, Ensino FundamentalResumo
O presente estudo examina a integração das tecnologias digitais no âmbito educacional, destacando as abordagens construtivistas e a Cultura Maker como instrumentos eficazes na promoção de aprendizagens significativas, criativas e colaborativas. Através de pesquisa bibliográfica, o paper evidencia que a utilização de metodologias ativas, tais como a aprendizagem baseada em projetos e o princípio do “aprender fazendo” (Ausubel, 2003; Pedroza, 2005), quando articulada ao uso de recursos digitais, potencializa a aquisição de conhecimentos e o desenvolvimento de competências cognitivas, comunicativas e socioemocionais. Esta nova versão amplia o referencial teórico ao incorporar os processos de subjetivação, singularidade e inclusão (Silva, 2024; Santos et al., 2026), articulando-os diretamente às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (Brasil, 2018), com ênfase nas Competências Gerais da Educação Básica. Conclui-se que a inserção efetiva da Cultura Maker exige infraestrutura e mediação pedagógica qualificada, assegurando experiências formativas que alinham a inovação tecnológica ao desenvolvimento integral e humano dos estudantes do Ensino Fundamental.
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Referências
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