EDUCAR PARA A AUTONOMIA: CAMINHOS PEDAGÓGICOS PARA FORMAR SUJEITOS CRÍTICOS, CONFIANTES E PROTAGONISTAS

Autores

  • Luciano João da Silva Autor
  • Simone Batista Campos Autor
  • José Teixeira de Moura Neto Autor
  • Adones Rosalidia de Meneses Autor
  • Temys Rose Pereira da Silva Sousa Autor
  • Sheila Raquel Ferreira Segóvia Autor
  • Janete de Souza Carneiro Athayde Autor
  • Francisca Welida Xavier Duarte Autor
  • Maicon da Conceição Autor
  • Ronilda Roacab de Meneses Autor

DOI:

https://doi.org/10.63330/aurumpub.067-015

Palavras-chave:

Autonomia, Mediação pedagógica, Participação, Pensamento crítico, Protagonismo estudantil

Resumo

Educar para a autonomia constitui um dos principais desafios da escola contemporânea, especialmente em um contexto no qual os estudantes são continuamente convocados a interpretar informações, posicionar-se diante de questões sociais, tomar decisões e conviver com diferentes perspectivas. Este capítulo tem como objetivo refletir sobre caminhos pedagógicos capazes de favorecer a formação de sujeitos críticos, confiantes e protagonistas, compreendendo a autonomia não como independência absoluta, espontaneísmo ou ausência de mediação docente, mas como uma construção ética, intelectual, afetiva e social. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter reflexivo, fundamentada em autores clássicos, como Paulo Freire, John Dewey, Lev Vygotsky, Henri Wallon, Henry Giroux e bell hooks, colocados em diálogo com artigos, dissertações e teses recentes sobre metodologias ativas, pensamento crítico, voz estudantil, protagonismo e participação escolar. A discussão evidencia que a autonomia se desenvolve quando os estudantes encontram oportunidades reais de perguntar, argumentar, criar, escolher, avaliar o próprio percurso e participar das decisões relacionadas à aprendizagem. Também se problematiza o emprego superficial do termo protagonismo, especialmente quando utilizado para responsabilizar individualmente o estudante por seu sucesso ou fracasso, sem considerar as desigualdades sociais e as condições institucionais. Conclui-se que educar para a autonomia exige presença docente, rigor pedagógico, diálogo, escuta, problematização da realidade e experiências progressivas de participação, por meio das quais o estudante possa aprender a exercer a liberdade com responsabilidade.

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Referências

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Publicado

2026-08-12

Como Citar

da Silva, L. J., Campos, S. B., de Moura Neto, J. T., de Meneses, A. R., Sousa, T. R. P. da S., Segóvia, S. R. F., Athayde, J. de S. C., Duarte, F. W. X., da Conceição, M., & de Meneses, R. R. (2026). EDUCAR PARA A AUTONOMIA: CAMINHOS PEDAGÓGICOS PARA FORMAR SUJEITOS CRÍTICOS, CONFIANTES E PROTAGONISTAS. Aurum Editora (e-Books), 248-269. https://doi.org/10.63330/aurumpub.067-015

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