QUEBRA DE PEDRA NO MANEJO NEFROLITÍASE (CÁLCULO RENAIS)

Autores/as

  • Marcela Simone Ramos da Silva Autor
  • Eduardo da Costa Martins Autor

DOI:

https://doi.org/10.63330/armv2n4-018

Palabras clave:

Cálculos renais, Phyllanthus niruri, Plantas medicinais, Manejo de cálculos urinários

Resumen

A nefrolitíase representa um problema de saúde frequente, com impacto significativo na qualidade de vida dos indivíduos, devido à dor intensa, recorrência dos cálculos e possíveis complicações associadas ao sistema urinário. Apesar dos avanços nos métodos terapêuticos, como intervenções farmacológicas e procedimentos minimamente invasivos, ainda existem limitações relacionadas aos efeitos adversos, custos e à reincidência da doença, o que evidencia a necessidade de estratégias complementares mais acessíveis e eficazes. Nesse cenário, o uso de plantas medicinais tem ganhado destaque, especialmente a Phyllanthus niruri, tradicionalmente empregada no tratamento de cálculos renais. Seu uso popular, aliado ao crescente número de investigações científicas, desperta interesse quanto à sua real eficácia e aos mecanismos envolvidos na prevenção e eliminação dos cálculos. A relevância deste estudo está na necessidade de reunir e analisar evidências científicas atualizadas sobre as propriedades farmacológicas da Phyllanthus niruri, contribuindo para uma compreensão mais aprofundada de sua atuação no organismo. Além disso, a identificação de seus compostos bioativos pode fornecer subsídios para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas baseadas em produtos naturais. Dessa forma, a presente pesquisa se justifica por contribuir tanto para o meio acadêmico quanto para a prática em saúde, ao ampliar o conhecimento sobre alternativas fitoterápicas no manejo da nefrolitíase, promovendo uma visão mais integrativa e baseada em evidências no cuidado ao paciente.

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Publicado

2026-05-08

Cómo citar

da Silva, M. S. R., & Martins, E. da C. (2026). QUEBRA DE PEDRA NO MANEJO NEFROLITÍASE (CÁLCULO RENAIS). Aurum Revista Multidisciplinar, 2(4), 1-9. https://doi.org/10.63330/armv2n4-018

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