PALMA COMO CULTURA ESTRATÉGICA DO SEMIÁRIDO: ORIGEM, ECOFISIOLOGIA, SISTEMAS DE PRODUÇÃO, MELHORAMENTO GENÉTICO E POTENCIAL ALIMENTÍCIO

Autores/as

  • Maria do Perpetuo Socorro Damasceno Costa Autor
  • Daniela Batista da Costa Autor
  • Renato Pereira Lima Autor
  • Evaldo dos Santos Felix Autor
  • José Thyago Ayres Souza Autor
  • Washington Benevenuto de Lima Autor
  • Inacia dos Santos Moreira Autor
  • Elder Cunha Lira Autor
  • Jucilene Silva Araújo Autor

DOI:

https://doi.org/10.63330/aurumpub.030-002

Palabras clave:

Opuntia spp, Semiárido, Melhoramento genético, Segurança alimentar

Resumen

A palma (Opuntia spp. e Nopalea spp.), originária do México e amplamente adaptada a ambientes áridos, tornou-se uma das culturas mais importantes para o Semiárido brasileiro. Introduzida no país no século XIX, consolidou-se como fonte estratégica de alimento para os rebanhos devido ao alto teor de água dos cladódios, à elevada eficiência no uso da água (metabolismo CAM) e à capacidade de produzir mesmo sob seca severa. O Brasil possui a maior área cultivada do mundo, concentrada no Nordeste, onde diferentes cultivares apresentam elevada produtividade, boa palatabilidade e adaptação a condições de baixa pluviosidade. Nos últimos anos, avanços significativos ocorreram em melhoramento genético, manejo e ecofisiologia, com destaque para o desenvolvimento de cultivares resistentes à Cochonilha-do-carmim e para pesquisas conduzidas por instituições como o INSA. Paralelamente, cresce o interesse pela palma na alimentação humana, tanto pelo fruto (figo-da-índia) quanto pelos cladódios jovens, ricos em fibras, antioxidantes e compostos funcionais. Assim, a palma desponta como cultura estratégica para a segurança forrageira, alimentar e econômica do Semiárido, além de apresentar grande potencial para usos agroindustriais inovadores.

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Publicado

2025-12-22

Cómo citar

PALMA COMO CULTURA ESTRATÉGICA DO SEMIÁRIDO: ORIGEM, ECOFISIOLOGIA, SISTEMAS DE PRODUÇÃO, MELHORAMENTO GENÉTICO E POTENCIAL ALIMENTÍCIO. (2025). Aurum Editora, 11-29. https://doi.org/10.63330/aurumpub.030-002