A EFETIVIDADE DA LEI MARIA DA PENHA NO COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NO ESTADO DO ACRE

Autores/as

  • Dhyemylly Karonne Roque de Melo Autor
  • Kelly Patricia Morini Autor

DOI:

https://doi.org/10.63330/armv2n6-004

Palabras clave:

Lei Maria da Penha, Série Histórica, Feminicídio, Estado do Acre, Comunidades Ribeirinhas, Centros de Reabilitação, COVID-19

Resumen

O presente artigo científico analisa a efetividade da Lei nº 11.340/2006 (Lei Maria da Penha) no combate à violência doméstica no Estado do Acre. O objetivo central consiste em investigar o paradoxo entre a celeridade do aparato judicial acreano e a permanência de elevados índices de letalidade de gênero. Sob o aporte teórico de Heleieth Saffioti e Maria Berenice Dias, adotou-se uma metodologia de abordagem mista, combinando a pesquisa bibliográfico-institucional com o levantamento de dados estatísticos criminais. A delimitação temporal abrange a série histórica de 2018 a 2024, confrontando-a de forma comparativa com os indicadores apurados no ano de 2026. Os resultados revelam que, embora o Tribunal de Justiça do Acre apresente alto desempenho na concessão de Medidas Protetivas de Urgência, a lei enfrenta limites de eficácia social devido ao isolamento das comunidades ribeirinhas, ao deficit de fiscalização policial, ao estrangulamento orçamentário e à ausência de interiorização dos centros de reabilitação para agressores (Art. 35, V). Conclui-se pela necessidade de descentralização das políticas protetivas por meio de unidades móveis fluviais e fortalecimento orçamentário dos órgãos de execução.

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Publicado

2026-06-17

Cómo citar

de Melo, D. K. R., & Morini, K. P. (2026). A EFETIVIDADE DA LEI MARIA DA PENHA NO COMBATE À VIOLÊNCIA DOMÉSTICA NO ESTADO DO ACRE. Aurum Revista Multidisciplinar, 2(6), 1-12. https://doi.org/10.63330/armv2n6-004