LÍNGUA TERENA: MARCAÇÃO DE POSSE E SENTIDOS
DOI:
https://doi.org/10.63330/aurumpub.051-012Palabras clave:
Língua Terena, Sentido(s), Marcação de posseResumen
Este texto se compõe a partir da fase inicial de uma pesquisa, que se ocupa de analisar lacunas na literatura específica sobre a marcação de posse em língua Terena observando, além de questões de fonologia e morfologia, as questões semânticas que justifiquem os usos. Nesse sentido o objetivo geral do trabalho proposto é levantar os possíveis critérios que justifiquem ou não a organização dos nomes em dois grupos: alienáveis e não alienáveis; fundamentando a marcação morfológica mais completa (marcador de primeira pessoa do singular + sufixo -na), menos completa (marcador de primeira pessoa do singular). A base teórica utilizada para justificar as classificações atuais não têm sido suficientes para responder ao falante professor Terena. Por meio de levantamento de dados por pesquisa de campo, amparados pelo referencial teórico da Semântica Cultural, pretende-se organizar um corpus suficiente para observar as relações de sentido entre a língua(gem) e a cultura e, assim, depreender os critérios cabíveis para a realidade da língua Terena atual. Nesta fase inicial de pesquisa, o que se tem são registros coletados em campo sobre as questões, lacunas e um levantamento parcial de dados coletados sendo contrastados com dados de três obras: “Aprenda Terena 1 e 2 e “Aspectos gramaticais da língua terena”.
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