REJEIÇÃO AGUDA VERSUS CRÔNICA EM PACIENTES PEDIÁTRICOS: BIOMARCADORES E NOVAS ABORDAGENS DIAGNÓSTICAS
DOI:
https://doi.org/10.63330/aurumpub.024-010Palavras-chave:
Biomarcadores, Diagnóstico precoce, Pediatria, Rejeição aguda, Rejeição crônicaResumo
O presente capítulo tem como objetivo analisar os mecanismos envolvidos na rejeição aguda e crônica em pacientes pediátricos submetidos a transplante, destacando o papel dos biomarcadores e as novas abordagens diagnósticas. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica de caráter descritivo, fundamentada em estudos de autores como Smith (2021), Johnson e Lee (2020) e Oliveira et al. (2023), que investigam as diferenças imunológicas entre os tipos de rejeição e os avanços tecnológicos na detecção precoce. Os resultados apontam que a rejeição aguda apresenta manifestações rápidas associadas à ativação celular, enquanto a rejeição crônica está relacionada a processos inflamatórios persistentes e fibrose tecidual. A literatura evidencia que biomarcadores como IL-6, troponina e microRNAs têm potencial para otimizar a previsão de desfechos e auxiliar na escolha terapêutica. Conclui-se que o uso de ferramentas diagnósticas avançadas, aliado ao monitoramento individualizado, pode contribuir para maior sobrevida dos enxertos e melhor qualidade de vida das crianças. Recomenda-se a integração de protocolos diagnósticos baseados em biomarcadores nos serviços de transplante pediátrico.
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