INCLUSÃO, ACESSIBILIDADE E DIVISÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO COM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Autores

  • Adriana Pereira Moraes Autor
  • Jôfre de Moura Moraes Autor
  • Maria Lucineide Moraes Vieira Autor
  • Ronilda Roacab de Meneses Autor
  • Lindamir Svidzinski Autor
  • Maria Elenice Pereira da Silva Autor
  • Rafael dos Santos Nardotto Autor
  • Janete de Souza Carneiro Athayde Autor
  • Tauane Cristina Barreto Cardoso Autor
  • Elâine Correia Jacobina Autor

DOI:

https://doi.org/10.63330/aurumpub.067-039

Palavras-chave:

Acessibilidade, Divisão digital, Educação inclusiva, Equidade, Inteligência Artificial

Resumo

A expansão da Inteligência Artificial nos contextos educacionais tem ampliado as possibilidades de desenvolvimento de recursos voltados à acessibilidade, à personalização e à redução de determinadas barreiras enfrentadas por estudantes com diferentes necessidades. Ferramentas de conversão de texto em fala, geração de legendas, descrição de imagens, adaptação de conteúdos, assistentes virtuais, interfaces acessíveis e produção multimodal exemplificam usos capazes de favorecer maior participação nos processos educativos. Entretanto, essas possibilidades coexistem com desigualdades de acesso à infraestrutura, limitações na formação docente, barreiras de acessibilidade digital, riscos de viés algorítmico e diferentes condições de participação na cultura digital. Este capítulo tem como objetivo analisar as possibilidades e as contradições relacionadas ao uso da Inteligência Artificial na promoção da inclusão e da acessibilidade educacional, considerando especialmente os efeitos da divisão digital sobre a efetivação dessas possibilidades. Trata-se de um estudo qualitativo, bibliográfico e exploratório, fundamentado em artigos científicos, dissertações, livros e documentos relacionados à educação inclusiva, acessibilidade, tecnologias digitais e Inteligência Artificial. A análise indica que a IA pode ampliar recursos e formas de participação, mas sua capacidade inclusiva depende de condições materiais, pedagógicas, formativas e éticas. Conclui-se que inovação tecnológica e inclusão não podem ser tomadas como equivalentes, uma vez que tecnologias potencialmente acessíveis podem reproduzir desigualdades quando implementadas sem infraestrutura adequada, formação docente, participação das pessoas com deficiência e compromisso institucional com a equidade.

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Referências

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Publicado

2026-08-28

Como Citar

Moraes, A. P., Moraes, J. de M., Vieira, M. L. M., de Meneses, R. R., Svidzinski, L., da Silva, M. E. P., Nardotto, R. dos S., Athayde, J. de S. C., Cardoso, T. C. B., & Jacobina, E. C. (2026). INCLUSÃO, ACESSIBILIDADE E DIVISÃO DIGITAL NA EDUCAÇÃO COM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL. Aurum Editora (e-Books), 617-631. https://doi.org/10.63330/aurumpub.067-039

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