RESPOSTA ENDÓCRINO-METABÓLICA AO TRAUMA: MECANISMOS FISIOPATOLÓGICOS, ALTERAÇÕES CLÍNICAS E ESTRATÉGIAS DE MANEJO

Autores

  • Renato Discacciati Autor
  • Alvaro Dias de Alkmin Filho Autor
  • Moniz Francisco de Paiva Neto Autor
  • Thiago Gaban Trigueiro Autor

DOI:

https://doi.org/10.63330/aurumpub.061-063

Palavras-chave:

Hiperglicemia, Metabolismo, Nutrição em trauma, Resposta ao estresse, Sistema neuroendócrino, Trauma

Resumo

A resposta endócrino-metabólica ao trauma grave corresponde a uma resposta adaptativa sistêmica, mediada pela ativação do sistema nervoso autônomo, dos eixos neuroendócrinos e da resposta inflamatória, com a finalidade de manter a perfusão dos órgãos vitais, mobilizar substratos energéticos e favorecer o reparo tecidual. É desencadeada por estímulos como dor, hipovolemia, hipóxia e lesão tecidual, evoluindo em duas fases: a fase ebb, caracterizada por redução transitória do metabolismo e do consumo energético, e a fase flow, marcada por estado hipermetabólico e hipercatabólico, com predomínio de hormônios contrarreguladores, resistência à insulina, hiperglicemia, proteólise acentuada e lipólise. Quando prolongada ou desregulada, essa resposta associa-se à perda de massa muscular, disfunção orgânica, maior suscetibilidade a infecções e aumento da mortalidade. Este artigo revisa os principais mecanismos fisiopatológicos, a evolução temporal, as manifestações clínicas e as estratégias atuais para modulação da resposta endócrino-metabólica ao trauma.

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Referências

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Publicado

2026-08-20

Edição

Seção

Capítulos

Como Citar

Discacciati, R., de Alkmin Filho, A. D., de Paiva Neto, M. F., & Trigueiro, T. G. (2026). RESPOSTA ENDÓCRINO-METABÓLICA AO TRAUMA: MECANISMOS FISIOPATOLÓGICOS, ALTERAÇÕES CLÍNICAS E ESTRATÉGIAS DE MANEJO. Aurum Editora (e-Books), 753-760. https://doi.org/10.63330/aurumpub.061-063

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