ADOLESCÊNCIA, AFETIVIDADE E FAMÍLIA: O NAMORO COMO EXPERIÊNCIA DE CONSTRUÇÃO IDENTITÁRIA
DOI:
https://doi.org/10.63330/armv2n6-011Palabras clave:
Adolescência, Identidade, Namoro, Família, Journaling, Plataformas digitaisResumen
O presente artigo discute o namoro na adolescência como experimentação significativa na edificação da identidade juvenil e na formação emocional na contemporaneidade. Partindo da teoria psicossocial de Erik Erikson, analisa-se a adolescência como lapso temporal etário marcado pela busca de reconhecimento, pertencimento e afirmação do eu, compreendendo o relacionamento afetivo como parte do processo de maturação humana. O estudo também aborda os tensionamentos familiares diante do crescimento dos filhos, especialmente no contexto das transformações culturais e digitais da contemporaneidade. A partir das contribuições de Donald Winnicott, Axel Honneth, Zygmunt Bauman, Byung-Chul Han e Paula Sibilia, reflete-se sobre a mediação familiar, o diálogo e os impactos das plataformas digitais nas relações amorosas juvenis. Articulam-se a essa discussão as evidências empíricas de Paula, Paula e Klemz sobre o papel do journaling e da espiritualidade como recursos subjetivos vitais de autoescuta e proteção emocional contra a dependência de validação externa. Defende-se que o acompanhamento familiar baseado no diálogo e no reconhecimento pode contribuir para relações mais saudáveis e para a formação integral do adolescente.
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Referencias
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