ADOLESCÊNCIA, AFETIVIDADE E FAMÍLIA: O NAMORO COMO EXPERIÊNCIA DE CONSTRUÇÃO IDENTITÁRIA

Autores

  • Marco Antônio Teixeira de Paula Autor
  • Silvia Clicia Corrêa dos Santos de Paula Autor

DOI:

https://doi.org/10.63330/armv2n6-011

Palavras-chave:

Adolescência, Identidade, Namoro, Família, Journaling, Plataformas digitais

Resumo

O presente artigo discute o namoro na adolescência como experimentação significativa na edificação da identidade juvenil e na formação emocional na contemporaneidade. Partindo da teoria psicossocial de Erik Erikson, analisa-se a adolescência como lapso temporal etário marcado pela busca de reconhecimento, pertencimento e afirmação do eu, compreendendo o relacionamento afetivo como parte do processo de maturação humana. O estudo também aborda os tensionamentos familiares diante do crescimento dos filhos, especialmente no contexto das transformações culturais e digitais da contemporaneidade. A partir das contribuições de Donald Winnicott, Axel Honneth, Zygmunt Bauman, Byung-Chul Han e Paula Sibilia, reflete-se sobre a mediação familiar, o diálogo e os impactos das plataformas digitais nas relações amorosas juvenis. Articulam-se a essa discussão as evidências empíricas de Paula, Paula e Klemz sobre o papel do journaling e da espiritualidade como recursos subjetivos vitais de autoescuta e proteção emocional contra a dependência de validação externa. Defende-se que o acompanhamento familiar baseado no diálogo e no reconhecimento pode contribuir para relações mais saudáveis e para a formação integral do adolescente.

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Referências

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Publicado

2026-06-18

Como Citar

de Paula, M. A. T., & de Paula, S. C. C. dos S. (2026). ADOLESCÊNCIA, AFETIVIDADE E FAMÍLIA: O NAMORO COMO EXPERIÊNCIA DE CONSTRUÇÃO IDENTITÁRIA. Aurum Revista Multidisciplinar, 2(6), 1-8. https://doi.org/10.63330/armv2n6-011

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