TROMBOEMBOLISMO E CHOQUE CARDIOGÊNICO NA UTI: MECANISMOS FISIOPATOLÓGICOS, MANEJO CLÍNICO E PROGNÓSTICO

Autores/as

  • Dafne Oliveira Moraes Antunes Autor
  • Ataide Rodrigues da Trindade Junior Autor
  • Beatriz Pinto de Souza Autor
  • Cláudio Leonardo de Morais Autor
  • Pablo Patrick Pereira Autor
  • Judit Callañaupa Yepez Autor
  • Amanda Camurça de Azevedo Autor
  • Aline Martins Adegas Choaib Autor

DOI:

https://doi.org/10.63330/aurumpub.068-067

Palabras clave:

Anticoagulação, Choque cardiogênico, Hemodinâmica, Prognóstico, Terapia intensiva, Tromboembolismo pulmonar

Resumen

Introdução: O tromboembolismo pulmonar (TEP) e o choque cardiogênico são condições potencialmente fatais que exigem diagnóstico precoce e manejo especializado em unidades de terapia intensiva (UTI). Embora apresentem mecanismos fisiopatológicos distintos, ambos podem comprometer o débito cardíaco, provocar hipoperfusão sistêmica e evoluir para disfunção de múltiplos órgãos. Objetivo: Analisar os mecanismos fisiopatológicos, os métodos diagnósticos, as estratégias terapêuticas e os fatores prognósticos associados ao tromboembolismo e ao choque cardiogênico em pacientes críticos. Metodologia: Revisão narrativa da literatura, fundamentada em diretrizes clínicas e publicações científicas sobre tromboembolismo pulmonar, choque cardiogênico e medicina intensiva. A proposta contempla aspectos relacionados à fisiopatologia, ao diagnóstico, ao tratamento e aos desfechos clínicos. Discussão: O TEP de alto risco pode provocar aumento agudo da resistência vascular pulmonar, falência ventricular direita e choque obstrutivo. O choque cardiogênico, por sua vez, decorre da incapacidade cardíaca de manter débito suficiente para atender às demandas metabólicas dos tecidos, sendo frequentemente associado ao infarto agudo do miocárdio. A abordagem terapêutica inclui suporte hemodinâmico, anticoagulação quando indicada, reperfusão nos casos apropriados e tratamento da causa subjacente. A evolução clínica depende da gravidade da disfunção cardiovascular, da rapidez da intervenção e da ocorrência de falência orgânica. Conclusão: A diferenciação entre choque obstrutivo e cardiogênico é fundamental para direcionar o tratamento e reduzir complicações. A avaliação hemodinâmica integrada, a monitorização contínua e a atuação multidisciplinar são essenciais para a assistência ao paciente crítico.

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Referencias

1. KONSTANTINIDES, S. V. et al. 2019 ESC Guidelines for the diagnosis and management of acute pulmonary embolism developed in collaboration with the European Respiratory Society (ERS). European Heart Journal, v. 41, n. 4, p. 543–603, 2020. DOI: https://doi.org/10.1093/eurheartj/ehz405.

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4. EUROPEAN SOCIETY OF CARDIOLOGY. Diretrizes e documentos científicos sobre tromboembolismo pulmonar e doenças cardiovasculares agudas. Disponível em: https://www.escardio.org/Guidelines.

5. AMERICAN HEART ASSOCIATION. Documentos científicos sobre choque cardiogênico e cuidados cardiovasculares intensivos. Disponível em: https://www.ahajournals.org/.

Publicado

2026-10-27

Número

Sección

Capítulos

Cómo citar

Antunes, D. O. M., da Trindade Junior, A. R., de Souza, B. P., de Morais, C. L., Pereira, P. P., Yepez, J. C., de Azevedo, A. C., & Choaib, A. M. A. (2026). TROMBOEMBOLISMO E CHOQUE CARDIOGÊNICO NA UTI: MECANISMOS FISIOPATOLÓGICOS, MANEJO CLÍNICO E PROGNÓSTICO. Aurum Editora, 879-886. https://doi.org/10.63330/aurumpub.068-067

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