ABORDAGEM CINÉTICO-FUNCIONAL DA DOR PÚBICA, ASPECTOS SEMIOLÓGICOS E TERAPÊUTICOS: REVISÃO NARRATIVA
DOI:
https://doi.org/10.63330/aurumpub.049-056Palabras clave:
Dor pélvica, Púbis, Tratamento conservador, Exercício terapêuticoResumen
A pubalgia é uma condição inflamatória e dolorosa da sínfise púbica, que é ponto de origem-inserção de diversos músculos como adutores do quadril e abdominais. Esse quadro piora com o esforço físico e melhora com repouso e fisioterapia. Essa síndrome tem se tornado constante no meio desportivo, principalmente entre jogadores de futebol, maratonistas e tenistas. O objetivo desta pesquisa foi descrever os principais procedimentos semiológicos e terapêuticos dentro do escopo fisioterapêutico envolvendo a pubalgia. Esta pesquisa envolveu uma revisão narrativa. As bases de dados acessadas foram Scientific Eletronic Library Online (SCIELO), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), PubMed e PEDro, com intervalo de busca nos últimos 15 anos, entre 2011 e 2026, usando Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) com as seguintes palavras: Dor pélvica, púbis, tratamento conservador, exercício terapêutico. Como resultados foi possível descrever os principais testes na perspectiva cinético funcional, bem como, as opções de tratamento fisioterapêutico com mescla de estratégias, portanto multimodal, que tem como principal elemento o exercício terapêutico bem prescrito e executado.
Descargas
Referencias
1- Azevedo DC, Pires FO, Carneiro RL. A pubalgia no jogador de futebol. Revista Brasileira de Medicina dos Esportes, Niterói, v. 5, n.6, dez. 2019.
2- Pereira BB. Aspectos fisiológicos, possíveis mecanismos fisiopatológicos, tratamento e prevenção da pubalgia em jogadores de futebol – artigo de revisão. Cadernos de graduação. Aracaju. v. 4, n. 3, p. 59-70. Abril, 2018.
3- Canavan PK. Reabilitação em medicina esportiva: um guia abrangente. Estrese pélvica e lesões: procedimento e prevenção. 2013.
4- Lasmar NP et al. Medicina do Esporte. Rio de Janeiro: Revinter, 2012.
5- Falchetti IS, Zaboti AF. Pubalgia crônica: uma abordagem fisioterapêutica. 2011.
6- Darren SA et al. Athletic groin pain: a systematic review of surgical diagnoses, investigations and treatment. British journal of sports medicine, 1-8.
7- Oliveira AL et al. Perfil epidemiológico dos pacientes com diagnóstico de pubalgia do atleta. rev bras ortop . 2016;51(6):692–696.
8- Grecco LH. Avaliação das formas de prevenção da pubalgia em atletas de alto nível. ConScientiae Saúde. São Paulo. 2009.
9- Cipriano JJ, Jahn WT. Manual fotográfico de testes ortopédicos e neurológicos. 3. ed. São Paulo: Manole, 2019.
10- Busquet L. A pubalgia. Lisboa: Europress, 2015.
11- Holt MA et al. Tratamento da osteíte púbica em atletas: resultados das injeções de corticosteroides. 2015.
12- Willians PR et al. Osteíte púbica e instabilidade da sínfise púbica: quando as medidas não operatórias falham. The Americam Journal of Sports 28, n. 3, pág. 350-355, 2020.
13- Caromano FA. Pubalgia: causas e possibilidades terapêutica. Revista Fisioterapia Brasil, Atlântica, v. 3, n. 6, p. 403-414, nov./dez. 2012.
14- Kisner C, Colby LA. Exercícios terapêuticos, fundamentos e técnicas. Editora Manole. 6º ed. Barueri. 2016.
15- Bisciotti GN et al. “O tratamento conservador da síndrome de dor na virilha relacionada ao adutor de longa data: uma revisão crítica e sistemática” Biologia do esporte vol. 38,1 (2021): 45-63. doi: 10.5114 / biolsport.2020.97669.
16- Oliveira CG; Amaral L. Importância da fisioterapia na prevenção e tratamento da pubalgia atlética. Universidade Fernando Pessoa Fcs/Ess. 2017.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.