MOISÉS COMO EGÍPCIO: UMA DEFESA DA TEORIA DE FREUD À LUZ DA HISTÓRIA E DA PSICANÁLISE
DOI:
https://doi.org/10.63330/aurumpub.039-006Palavras-chave:
Moisés, Freud, Egito, Áton, Monoteísmo, Akhenaton, PsicanáliseResumo
A proposta de Sigmund Freud em Moisés e o Monoteísmo (1939) de que Moisés teria sido um egípcio, influenciado pelo culto monoteísta de Áton sob o faraó Akhenaton, desafia as leituras tradicionais da religião judaica e levanta questões profundas sobre memória coletiva, repressão e identidade religiosa. Este artigo defende a hipótese freudiana com base em argumentos históricos, psicanalíticos e culturais, apoiando-se também nos estudos de Friedrich Wilhelm Sellin, James Henry Breasted e Adolf Erman. Embora controversa, a teoria de Freud propõe um modelo interpretativo válido sobre as origens do monoteísmo e da religião mosaica, considerando a complexa interação entre Egito e povo hebreu durante o segundo milênio a.C.
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Referências
BREASTED, James Henry. Development of Religion and Thought in Ancient Egypt. New York: Charles Scribner’s Sons, 1912.
ERMMAN, Adolf. A religião do Egito Antigo. São Paulo: Edipro, 2008.
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ASSMANN, Jan. Moisés, o Egípcio: um ensaio sobre a memória cultural. São Paulo: Unesp, 2007.
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