O DILEMA SOBRE A FELICIDADE: PERSPECTIVAS FILOSÓFICAS DA ANTIGUIDADE À CONTEMPORANEIDADE

Autores/as

  • Ruidnilson Pereira Cardoso Autor

DOI:

https://doi.org/10.63330/armv2n10-008

Palabras clave:

Ética, Felicidade, Filosofia Antiga, Filosofia Contemporânea, Filosofia Moderna

Resumen

Poucos temas acompanharam a história humana de forma tão persistente quanto a busca pela felicidade. Desde que passamos a questionar o que dá sentido à vida, essa inquietação se fez presente — e curiosamente, quanto mais refletimos sobre ela, mais percebemos que não existe uma resposta única para todos. Este artigo percorre as diferentes formas pelas quais a felicidade foi compreendida ao longo da história da filosofia. Por meio de pesquisa bibliográfica, analisamos como cada período desenvolveu sua própria interpretação: os antigos a ligavam à virtude e ao equilíbrio interior; os medievais, à dimensão espiritual da existência; os modernos, à moralidade e ao bem-estar coletivo; e os contemporâneos, à liberdade de cada pessoa construir, por meio de suas escolhas, o que significa viver bem. Cada visão ilumina um aspecto importante dessa experiência, mas nenhuma esgota o tema. Conclui-se que refletir sobre a felicidade não significa chegar a uma definição definitiva, mas manter viva a pergunta sobre aquilo que realmente confere valor à nossa existência.

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Publicado

2026-10-23

Cómo citar

Cardoso, R. P. (2026). O DILEMA SOBRE A FELICIDADE: PERSPECTIVAS FILOSÓFICAS DA ANTIGUIDADE À CONTEMPORANEIDADE. Aurum Revista Multidisciplinar, 2(10), e262484. https://doi.org/10.63330/armv2n10-008