PROPERTY-RELATED VIOLENCE AGAINST WOMEN IN BRAZILIAN LAW: GROUNDS FOR EXEMPTION FROM PUNISHMENT, CONVENTIONALITY CONTROL, AND THE LIMITS OF CRIMINAL LAW PROTECTION
DOI:
https://doi.org/10.63330/armv2n8-001Keywords:
Conventionality review, Family criminal immunities, Gender perspective, Maria da Penha Law, Property violenceAbstract
This article examines economic and property violence against women under Brazilian law, focusing on the tension between its recognition by Law No. 11,340/2006 and the family immunities established in Articles 181 to 183 of the Brazilian Criminal Code. It asks whether personal exemptions from punishment and procedural conditions, originally conceived in a historical context of family property unity, remain compatible with women's property autonomy, the comprehensive protection framework of the Maria da Penha Law, and international due-diligence obligations. The study adopts a deductive, qualitative, bibliographical and documentary methodology, analyzing legislation, the Protocol for Adjudicating with a Gender Perspective, international treaties, Inter-American human rights materials and recent normative reforms. It argues that conventionality review reveals a systemic protection gap and strengthens the State's duty to reform the law, but cannot, in criminal matters, justify judicial creation of punishability through analogy in malam partem. Effective protection requires gender-sensitive interpretation within the limits of legality, robust use of property-related protective measures, institutional coordination and explicit legislative reform. The 2026 reforms, particularly Law No. 15,411 and CNJ Provision No. 222, demonstrate the growing centrality of the property dimension in policies addressing gender-based violence.
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