A RELAÇÃO AFETIVA ENTRE O EDUCADOR E A CRIANÇA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
DOI:
https://doi.org/10.63330/aurumpub.067-096Palabras clave:
Afetividade, Aprendizagem, Desenvolvimento infantil, Educação Infantil, Relação professor-criançaResumen
Este texto aborda a importância da relação afetiva entre professor e criança na Educação Infantil e suas contribuições para o desenvolvimento e a aprendizagem. Discute-se o processo histórico de constituição da Educação Infantil no Brasil, destacando a passagem de uma perspectiva predominantemente assistencialista para sua consolidação como primeira etapa da Educação Básica e como direito da criança. Também são apresentadas as principais normativas que orientam essa etapa, com destaque para a Constituição Federal de 1988, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil e a Base Nacional Comum Curricular. A discussão fundamenta-se em pesquisa qualitativa de caráter bibliográfico, considerando contribuições teóricas sobre desenvolvimento infantil, aprendizagem, interação e afetividade, especialmente de Vygotsky (2007), Piaget (1976) e Wallon (2007). Os estudos analisados evidenciam que a afetividade constitui uma dimensão significativa das relações pedagógicas, manifestando-se por meio do acolhimento, da escuta, do respeito, do diálogo e da confiança. Compreende-se que as interações estabelecidas entre professor e criança podem favorecer a participação, a segurança, a socialização, a autonomia e a aprendizagem, contribuindo para o desenvolvimento integral. Conclui-se que a afetividade não deve ser compreendida como elemento separado da prática pedagógica, mas como dimensão constitutiva das relações educativas na Educação Infantil, fortalecendo práticas mais acolhedoras, significativas e comprometidas com os direitos e as singularidades das crianças.
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Referencias
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