ALBUMINÚRIA, FUNÇÃO RENAL E ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA: DESAFIOS PARA A IDENTIFICAÇÃO PRECOCE DA DOENÇA RENAL CRÔNICA NO SUS

Autores

  • Laila Thamares Ribeiro Rodrigues Autor
  • Ivo Eduardo Amaral Vignardi Autor
  • Raul Souza da Cruz Autor
  • Noedi Leoni de Freitas Autor
  • Alexandre Vendrame Bertucci Autor
  • Amanda Oliva Spaziani Autor
  • Jefferson Lucas Sobrinho Rodrigues de Araújo Autor
  • Wagner Rafael da Silva Autor
  • Marcos Paulo Pereira Alves Autor
  • José Martins Pinto Neto Autor
  • Kaio Genario Ferreira de Melo Autor
  • Daniel Drayton Ponês Antunes Autor
  • Vinicius de Lima Lovadini Autor

DOI:

https://doi.org/10.63330/aurumpub.061-056

Palavras-chave:

Albuminúria, Atenção Primária à Saúde, Doença renal crônica, Sistema Único de Saúde, Taxa de filtração glomerular

Resumo

A Doença Renal Crônica constitui condição de elevada relevância para a saúde pública, sobretudo por apresentar evolução frequentemente silenciosa e forte associação com hipertensão arterial, diabetes mellitus, doenças cardiovasculares e envelhecimento. Este capítulo teve como objetivo discutir a identificação precoce da doença renal na Atenção Primária à Saúde, com ênfase na avaliação conjunta da taxa de filtração glomerular estimada e da albuminúria, na estratificação prognóstica e na continuidade do cuidado no Sistema Único de Saúde. Trata-se de uma revisão narrativa de caráter teórico e de atualização, fundamentada em diretrizes internacionais, documentos oficiais brasileiros e estudos recentes relacionados à detecção e ao manejo da doença renal crônica na atenção primária. A literatura evidencia que a utilização isolada da creatinina sérica pode deixar sem reconhecimento pessoas com lesão renal e filtração ainda preservada, enquanto a subutilização da relação albumina-creatinina urinária compromete a identificação de indivíduos sob maior risco. A combinação entre taxa de filtração glomerular estimada e albuminúria permite qualificar o diagnóstico, o prognóstico, a periodicidade do monitoramento e a definição dos casos que demandam cuidado compartilhado com a nefrologia. Conclui-se que a ampliação da detecção precoce depende menos de rastreamento indiscriminado e mais da incorporação sistemática da avaliação renal aos grupos de risco, do seguimento dos resultados alterados, da educação permanente das equipes e da organização de fluxos assistenciais capazes de transformar achados laboratoriais em intervenções nefroprotetoras oportunas.

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Referências

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Publicado

2026-08-14

Edição

Seção

Capítulos

Como Citar

Rodrigues, L. T. R., Vignardi, I. E. A., da Cruz, R. S., de Freitas, N. L., Bertucci, A. V., Spaziani, A. O., de Araújo, J. L. S. R., da Silva, W. R., Alves, M. P. P., Pinto Neto, J. M., de Melo, K. G. F., Antunes, D. D. P., & Lovadini, V. de L. (2026). ALBUMINÚRIA, FUNÇÃO RENAL E ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA: DESAFIOS PARA A IDENTIFICAÇÃO PRECOCE DA DOENÇA RENAL CRÔNICA NO SUS. Aurum Editora (e-Books), 664-676. https://doi.org/10.63330/aurumpub.061-056

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