CAMINHOS E DESAFIOS DA INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.63330/aurumpub.062-045Palavras-chave:
Aprendizagem, Desafio, Incluir, Inovar, PreconceitoResumo
O presente trabalho tem como tema: Caminhos e Desafios da Inclusão na Educação. O desafio da inclusão se caracteriza, como uma pesquisa bibliográfica de cunho teórico, que vem a se constituir numa abordagem qualitativa fundamentado em livros, como também de obras de referências que assegurarão a construção do entendimento que dará suporte para a (ré) construção de conceitos, buscando assim, a compreensão e o entendimento do tema em delimitação. Tem como objetivo gerar igualdade de oportunidades para todos com o anseio de gerar uma reflexão sobre a educação inclusiva na rede regular de ensino, tendo como ponto de partida a discussão sobre a inclusão escolar, objetivando reverter o quadro de exclusão presente na sociedade que vivemos. Este trabalho foi realizado com o desejo de apontar caminhos para que esta aconteça, corroborando com o que pode ser mudado e apontando as possibilidades para a expansão do movimento de inclusão que, começando pela escola, tende a tomar rumos e proporções mais significativas. Assim, é necessário discutir as dimensões dos direitos da política pedagógica, focalizando o processo de inclusão como garantia de acesso e permanência das pessoas com necessidades educacionais especiais no sistema regular de ensino, buscando identificar os conceitos de inclusão e integração, analisar o papel do professor e da escola frente ao processo de inclusão. A educação inclusiva é, sem dúvida, um dos maiores desafios da sociedade. A escola é uma instituição aberta a todos, é um direito de todos adentrarem na mesma e nela permanecer, tendo a sua individualidade respeitada. Ela pode contribuir significativamente atendendo às diversidades e proporcionando educação a todos, constituindo-se no atual desafio, ou seja, na consolidação da escola inclusiva. Devendo assumir um novo papel social, mudando os paradigmas e analisando os problemas de forma a buscar uma interação entre o ensino regular e a educação especial, de forma a consolidar que o preconceito é o maior contribuidor para a aquisição das indiferenças, isso ressalta que o processo é novo e lento, mas busca-se uma interação com outros sujeitos sociais, o que permite ao indivíduo construir sua representação simbólica do mundo. A criança que aprender a conviver com as diferenças aprenderá muito e descobrirá que participar das atividades é partilhar informações e experiências que serão benéficas ao seu desenvolvimento. Portanto, este ambiente deverá estar preparado para atender a todos os alunos, sem distinção de nenhuma forma de preconceito. Entendendo que a inclusão é um direito de todos.
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