MUSEU DE HISTÓRIA JÚLIO DE CASTILHOS E A ANÁLISE DO INVISÍVEL COMO MEIO DE DESCOLONIZÁ-LO (1925 A 1939)

Autores/as

  • Nereidy Rosa Alves Autor
  • Giane Vargas Autor

DOI:

https://doi.org/10.63330/aurumpub.018-021

Palabras clave:

Museu de História Júlio de Castilhos, Análise do invisível, Objetos da escravatura, Descolonizar

Resumen

O objetivo deste artigo é provocar reflexão quanto à constituição do acervo do Museu de História Júlio de Castilhos entre os anos de 1925 a 1939, de cunho colonial e a contenda de abrir caminhos ao direito à diferença, na tentativa de aprimorar e investir no processo de descolonização, considerando o alcance subjetivo dos objetos musealizados associados ao período escravista. A análise é qualitativa, documental e bibliográfica e tem como base referencial a tese da Dra. Ana Celina Figueira da Silva (2018) que apresenta a transformação do então Museu Júlio de Castilhos, de tipologia enciclopédica para um museu histórico. O estudo dialoga com as teorias de Pomian (1984) de que os objetos são semióforos ao perderem a função original e adquirem função simbólica e com as teorias de Meneses (1987) que defende o museu como construção social e política. O estudo visa analisar e repensar as práticas de modo a alcançar a subjetividade dos objetos da coleção e criar narrativas descolonizadoras e inclusivas.

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Referencias

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Website: https://acervos.museujulio.rs.gov.br/colecao escravatura https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/jeferson-tenorio/ultimas-noticias

Publicado

2025-11-06

Cómo citar

MUSEU DE HISTÓRIA JÚLIO DE CASTILHOS E A ANÁLISE DO INVISÍVEL COMO MEIO DE DESCOLONIZÁ-LO (1925 A 1939). (2025). Aurum Editora, 272-279. https://doi.org/10.63330/aurumpub.018-021