DA ENCRUZILHADA DA ARTE AFRO-BRASILEIRA AO MEMORIAL DA LOUCURA: UMA VIAGEM AO FUNK, UM GRITO DE LIBERDADE E OUSADIA PRETAGONISTA
DOI:
https://doi.org/10.63330/aurumpub.001-002Palavras-chave:
Bem viver, Fotografias, Afro-brasileiro, Identidade e PretagonismoResumo
Esta obra versa sobre o apagamento das artes negras no Brasil, suas conquistas e resgates, sob um olhar fotográfico de uma perspectiva contra-colonial. Através do bem viver e de suas transformações ancestrais anti-hegemônicas, busca-se evidenciar os saberes e conhecimentos dos povos africanos, que foram trazidos além-mar como escravizados, tendo suas histórias e identidades apagadas.
Mesmo diante desse apagamento, esses povos resistiram e reproduziram suas artes e saberes, deixando-nos um legado afro-brasileiro presente em todas as manifestações culturais. Seus caminhos cruzaram a arte plástica e a música, influenciando profundamente a identidade e a cultura nacional.
Referências
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