A SAÚDE GERAL EM TRABALHADORES EM ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS EM NATAL-RN: UM ESTUDO CORRELACIONAL ENTRE SUPORTE ORGANIZACIONAL E BEM-ESTAR PSICOLÓGICO
DOI:
https://doi.org/10.63330/armv1n6-002Palavras-chave:
Suporte organizacional, Bem-estar subjetivo, Saúde geral, TrabalhadoresResumo
A temática envolvendo trabalho e saúde tem causado interesse progressivo nos estudos científicos e nas práticas dos gestores nas áreas da ciência humana e social, bem como, na área aplicada ao estudo do comportamento humano no ambiente de trabalho e a perspectiva de uma produtividade saudável. Tornou-se fundamental compreender como as organizações podem implementar e sustentar estratégias de gestão e de comportamento organizacional capazes de atender às novas exigências do mundo do trabalho, felicidade laboral e saúde do trabalhador. Para isso, é necessário investir tanto na avaliação do bem-estar subjetivo e da satisfação com o trabalho quanto na compreensão da dimensão emocional envolvida nesse processo, incluindo o desenvolvimento de habilidades psicológicas positivas que favoreçam a saúde mental no ambiente laboral. Procurou-se investigou a relação entre percepção de suporte organizacional, bem-estar subjetivo e saúde geral em trabalhadores do Estado do Rio Grande do Norte. 202 profissionais de diferentes especialidades responderam a escala de Percepção de Suporte Organizacional, Questionário de Bem-Estar Subjetivo, Escala de Saúde Geral e dados sociodemográfico e profissional. Observou-se uma relação positiva entre suporte organizacional, bem-estar subjetivo positivo e saúde geral e negativa entre suporte organizacional e bem-estar subjetivo negativo. O estudo evidencia o papel central da dimensão psicológica do indivíduo — especialmente no que se refere à sua capacidade de autogestão emocional — no contexto do trabalho contemporâneo. A busca pela felicidade e pelo equilíbrio psíquico não deve ser compreendida como responsabilidade exclusiva das organizações.
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