A SAÚDE GERAL EM TRABALHADORES EM ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS EM NATAL-RN: UM ESTUDO CORRELACIONAL ENTRE SUPORTE ORGANIZACIONAL E BEM-ESTAR PSICOLÓGICO

Autores

  • Nilton Soares Formiga Autor
  • Eduardo Sinedino de Oliveira Autor
  • Lotina Clara Rafael Burine Autor
  • Jefferson Vitoriano Sena Autor
  • Cleber Medeiros de Lucena Autor

DOI:

https://doi.org/10.63330/armv1n6-002

Palavras-chave:

Suporte organizacional, Bem-estar subjetivo, Saúde geral, Trabalhadores

Resumo

A temática envolvendo trabalho e saúde tem causado interesse progressivo nos estudos científicos e nas práticas dos gestores nas áreas da ciência humana e social, bem como, na área aplicada ao estudo do comportamento humano no ambiente de trabalho e a perspectiva de uma produtividade saudável. Tornou-se fundamental compreender como as organizações podem implementar e sustentar estratégias de gestão e de comportamento organizacional capazes de atender às novas exigências do mundo do trabalho, felicidade laboral e saúde do trabalhador. Para isso, é necessário investir tanto na avaliação do bem-estar subjetivo e da satisfação com o trabalho quanto na compreensão da dimensão emocional envolvida nesse processo, incluindo o desenvolvimento de habilidades psicológicas positivas que favoreçam a saúde mental no ambiente laboral. Procurou-se investigou a relação entre percepção de suporte organizacional, bem-estar subjetivo e saúde geral em trabalhadores do Estado do Rio Grande do Norte. 202 profissionais de diferentes especialidades responderam a escala de Percepção de Suporte Organizacional, Questionário de Bem-Estar Subjetivo, Escala de Saúde Geral e dados sociodemográfico e profissional. Observou-se uma relação positiva entre suporte organizacional, bem-estar subjetivo positivo e saúde geral e negativa entre suporte organizacional e bem-estar subjetivo negativo. O estudo evidencia o papel central da dimensão psicológica do indivíduo — especialmente no que se refere à sua capacidade de autogestão emocional — no contexto do trabalho contemporâneo. A busca pela felicidade e pelo equilíbrio psíquico não deve ser compreendida como responsabilidade exclusiva das organizações.

Referências

Abreu, Eliane, Souza, Marcos Aguiar de, & Fleury, Luis Felipe de Oliveira. (2018). A influência da anomia e do comprometimento organizacional sobre a intenção de rotatividade em organizações. Actualidades en Psicología, 32(125), 51-69. https://dx.doi.org/10.15517/ap.v32i125.30341

Alexanderson, K., & Norlund, A. (2004). Aim, background, key concepts, regulations, and current statistics. Scandinavian Journal of Public Health, 32(63), 12-30. doi: 10.1080/14034950410021808

Al-Hussami M, Hammad S, & Alsoleihat F. (2018). The influence of leadership behavior, organizational commitment, organizational support, subjective career success on organizational readiness for change in healthcare organizations. Leadersh Health Serv, 31(4), 354-370. doi: 10.1108/LHS-06-2017-0031.

Andrade, R., & Amboni, N. (2011). Teoria geral da administração (2. ed.). Rio de Janeiro: Elsevier.

Aniceto, K. R. P. (2009). Mudanças no mundo do trabalho e as novas exigências de qualificação dos trabalhadores, Revista Científica Hermes, 1, 49-70.

Araújo, T. M. de ., Mattos, A. I. S., Almeida, M. M. G. de ., & Santos, K. O. B.. (2016). Aspectos psicossociais do trabalho e transtornos mentais comuns entre trabalhadores da saúde: contribuições da análise de modelos combinados. Revista Brasileira De Epidemiologia, 19(3), 645–657. https://doi.org/10.1590/1980-5497201600030014

Barbosa, A. de S., Teixeira, B. R. F., Oliveira, A. M., Pessoa, T. R. R. F., Vaz, E. M. C., & Forte, F. D. S.. (2022). Interprofissionalidade, formação e trabalho colaborativo no contexto da saúde da família: pesquisa-ação. Saúde Em Debate, 46(spe5), 67–79. https://doi.org/10.1590/0103-11042022E506

Batista, E. M. A., Silva, J. B. de S., Moura, P. G. S. de, Costa, N. D. C., Luz, A. J. C., Silva, L. F. C., Bolsanello, J., & Cantão, B. do C. G. (2024). Análise dos acidentes de trabalho com material biológico envolvendo profissionais da saúde no brasil: uma revisão integrativa. Revista Contemporânea, 4(11), e6519. https://doi.org/10.56083/RCV4N11-055

Boehs, S. T. M., & Silva, N. (2017). Papel de trabalho, carreira, satisfação de vida e ajuste na aposentadoria. Revista Brasileira de Orientação Profissional, 18(2), 141-153. https://doi.org/10.26707/1984-7270/2017v18n2p141

Borges-Andrade, J. E. & Sampaio, N. S. P. (2020). Desenho do Trabalho e Aprendizagem em Contexto de Pandemia in: Queiroga, F. (2020). Orientações para o home office durante a pandemia da COVID-19 (Vol. 1). Artmed Editora.

Bradburn, N. M. (1969). The structure of psychological well-being. Aldine.

Braia, F., Curral, L. & Gomes, C. (2014). Criatividade em contexto organizacional: o impacto de recompensas extrínsecas e do feedback negativo no desempenho criativo. Psicologia, 28(2), 45-62.

Byrne, Z. S. & Hochwarter, W. A. (2008). Perceived organizational support and performance: Relationships across levels of organizational Cynicism . Journal of Managerial Psychology, 23(1), 54-72.

Campbell, A., Converse, P. E., & Rodgers, W. L. (1976). The quality of American life: Perceptions, evaluations, and satisfactions. Russell Sage Foundation.

Cardoso, H. F., Forlini, J. B., & Dias, J. P. (2019). Clima e suporte organizacional: avaliação e relação entre as temáticas. CES Psicología, 12(2), 65-82.

Cavalcante, C. A. A. et al. (2015). Análise Crítica dos Acidentes de Trabalho no Brasil. Revista de Atenção à Saúde, 13, 100–109. https://doi.org/10.13037/ras.vol13n44.2681

Cole, K., Daly, A., & Mak, A. (2009). Good for the Soul: The Relationship between Work, Well-Being and Psychological Capital. The Journal of Socio-Economics, 38, 464-474.

https://doi.org/10.1016/j.socec.2008.10.004

Compton, W. C., & Hoffman, E. (2019). Positive psychology. The science of happiness and flourishing (3rd ed.). Sage.

Dancey C. P., & Reidy J. (2006). Estatística sem matemática para psicologia: usando SPSS para Windows. Porto Alegre: Artmed.

DeNeve K. M. & Cooper, H. (1998). The happy personality: a meta-analysis of 137 personality traits and subjective well-being. Psychol Bull. 124(2), 197-229. doi: 10.1037/0033-2909.124.2.197. PMID: 9747186.

Diener, D. (1981). On the relationship between detection and recognition. Perception & Psychophysics, 30(3), 237–246. https://doi.org/10.3758/BF03214279

Diener, E. &, Diener, C. (1996). Most people are happy. Psychological Science, 7: 181-185.

Diener, E. (1984). Subjective well-being. Psychological Bulletin, 95(3), 542–575. https://doi.org/10.1037/0033-2909.95.3.542

Diener, E., Sandvik, E., & Pavot, W. (1991). Happiness is the frequency, not the intensity, of positive versus negative affect. In F. Strack, M. Argyle, & N. Schwarz (Eds.), Subjective well-being: An interdisciplinary perspective (pp. 119–139). Pergamon Press.

Diener, E., Suh, E., & Oishi, S. (1997). Recent findings on subjective well-being. Indian Journal of Clinical Psychology, 24(1), 25–41. https://psycnet.apa.org/record/1997-43193-002

Diener, E., Suh, E., Lucas, R. & Smith, H. (1999). Subjective well-being: Three decades of progress. Psychological Bulletin. 125: 276-302.

Eisenberger, R. et al. (1986) Perceived organizational support. Journal of Applied Psychology, 72 (3), 500-507.

Estevam, I. D., Formiga, N. S. ., Franco , J. B. M., Bonifácio, Élida D. N. C. ., Ferreira , S. V., Costa, E. L. da, Ferreira, M. C., & Pereira, J. F. . (2022). A predictive study about Organizational Support and Psychological Capital at work regarding emotional disorder during Covid-19 isolation period. Research, Society and Development, 11(7), e38911729883. https://doi.org/10.33448/rsd-v11i7.29883

Estevam, I., Formiga, N., & Gibson, M. (2024). Replicação do modelo mediacional entre suporte organizacional, capital psicológico e saúde geral em profissionais da saúde durante a pandemia da Covid-19 no Rio Grande Do Norte. Revista Brasileira de Previdência, 14(1), 254 - 282. doi:http://dx.doi.org/10.21902/rbp.v14i1.7214

Estivalete, V. F. B., Costa, V. F. & Andrade, T. (2014). Organizational citizenship behavior: a comparative study between Brazilian and international scientific output from 2002 to 2012. Business and Management Review, 4 (3), 427-441.

Faul, F., Erdfelder, E., Lang, A. G., & Buchner, A. (2007). G* Power 3: A flexible statistical power analysis program for the social, behavioral, and biomedical sciences. Behavior research methods, 39(2), 175-191.

Faustino, L. S. S. & Silva, T. R. S. (2020). BOCA – Boletim de Conjuntura – Educadores frente à pandemia: dilemas e intervenções alternativas para coordenadores e docentes. Recuperado de https://revista.ufrr.br/boca/article/view/Faustinoetal

Fleury, Luis Felipe de Oliveira, Formiga, Nilton Soares, Souza, Marcos Aguiar de, & Souza, Marco Antônio Ferreira de. (2017). Escala de Percepção de Suporte Organizacional: evidência da estrutura fatorial em trabalhadores brasileiros. Psicologia em Pesquisa, 11(1), 1-2. https://doi.org/10.24879/201700110010033

Formiga, N. S. & Souza. I. M. (2019). A saúde laboral em trabalhadores administradores: Uma explicação interacional entre variáveis macro, meso e micro-organizacional no Rio Grande do Norte. 1. ed. Beau-Bassin: Novas Edições Acadêmicas.

Formiga, N. S. et al. (2021). Empirical verification of the intent to turnover scale: Construct validity, factor structure and factorial invariance in workers. (2021). Research, Society and Development, 10(3), e9910313084. https://doi.org/10.33448/rsd-v10i3.13084).

Formiga, N. S., Beserra, T. K. P., Franco, J. B. M., Lima, R. O. de O., & Estevam, I. D. (2024). Percepção do suporte organizacional e do capital social em trabalhadores em tempo de pandemia. Psicologia Revista, 33(2), 323–350. https://doi.org/10.23925/2594-3871.2024v33i2p323-350

Formiga, N. S., Estevam, I. D., & Costa, A. L. G. M. (2025). Bem-estar subjetivo, capital psicológico positivo no trabalho e transtorno emocional comum em trabalhadores pós-isolamento social. Revista UniAraguaia, 20, 24–47.

Formiga, N. S., Franco , J. B. M. ., Oliveira , H. C. C. ., Prochazka, G. L. ., Beserra, T. K. P., Valin, C. G. P. ., Grangeiro, S. R. A. ., & Nascimento, R. L. . (2021). Invariância fatorial, sensibilidade e diferenças da medida de ansiedade, estresse e depressão (DASS-21) em trabalhadores brasileiros. Research, Society and Development, 10(7), e26910715572. https://doi.org/10.33448/rsd-v10i7.15572

Formiga, N. S., Franco, J. B. M., & Nascimento, F. S. (2020). Cultura Organizacional, Capital Psicológico e Transtorno Emocional. Novas Edições Acadêmicas.

Formiga, N. S., Maia, M. de F. M., Melo, G. F., Tolentino, T. M., & Soares Gomes, M. C. (2016). A medida do bem-estar subjetivo em jovens fisicamente ativos e não ativos. Salud & Sociedad, 5(1), 54-64. https://doi.org/10.22199/S07187475.2014.0001.00003

Formiga, N. S., Pereira, G. A., & Estevam, I. D. (2020). Proposta de modelo mediacional entre suporte organizacional, capital psicológico e saúde geral em enfermeiros de um hospital público. Psicologia Revista, 29(2), 375-403.

Formiga, N. S.; Estevam, I. D.; Costa, A. L. G. M. (2025). Bem-estar subjetivo, capital psicológico positivo no trabalho e transtorno emocional comum em trabalhadores pós-isolamento social. Revista UniAraguaia, v. 20, p. 24–47. https://sipe.uniaraguaia.edu.br/index.php/REVISTAUNIARAGUAIA/article/view/1480

Formiga, N., Franco, J. B., Neto, A., Guimarães, W., Oliveira, M. A., Pereira, G., & Estavam, I. (2019). A medida de capital psicológico positivo: evidência da invariância fatorial em trabalhadores de distintas profissões em João Pessoa-PB e Natal-RN. Psicologia e Saúde em Debate, 5(1), 19-36. https://doi.org/10.22289/2446-922X.V5N1A3

Formiga, N., Freire, B., & Fernandes, A. (2019). Evidência métrica de construto e invariância fatorial da escala de percepção de suporte organizacional em trabalhadores brasileiros. Revista de Gestão e Secretariado, 10(2), 194-221.

Formiga, Nilton S., Maia, María De Fátima M., Melo, Gislane F., Tolentino, Thatiana M., & Gomes, María Christina Soares. (2014). A medida do bem-estar subjetivo em jovens Fisicamente ativos e não ativos. Salud & Sociedad: investigaciones en psicologia de la salud y psicologia social, 5(1), 54-64. Recuperado em 09 de agosto de 2025, de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0718-74752014000100004&lng=pt&tlng=pt.

Formiga, Nilton, Fleury, Luis Felipe de Oliveira, & Souza, Marcos Aguiar de. (2014). Evidências de validade da escala de percepção de suporte organizacional em funcionários de empresa pública e privada. Estudos Interdisciplinares em Psicologia, 5(2), 60-76. https://doi.org/10.5433/2236-6407.2014v5n2p34

Franco, J. B. M, & Formiga, N. S. (2022). Cultura organizacional, capital psicológico positivo e transtorno emocional em trabalhadores de organizações públicas e privadas nas cidades de Natal-RN e João Pessoa-PB. Boletim - Academia Paulista de Psicologia, 42(102), 82-95. Recuperado em 07 de julho de 2025, de http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1415-711X2022000100009&lng=pt&tlng=pt.

Gomes, M. C. S., Tolentino, T. M., Maia, M. F. M., Formiga, N. S., & Melo, G. F. (2016). Verificação de um modelo teórico entre bem-estar subjetivo e autoestima em idosos brasileiros. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, 24, 35–44.

Hokama, E., & Martins, M. do C. F. (2024). Capital psicológico: relações entre desenho do trabalho, engajamento e intenção de rotatividade. Psi Unisc, 8(1), 186-204. https://doi.org/10.17058/psiunisc.v8i1.18488

Homem, I. D., & Dellagnelo, E. H. L.. (2006). Novas formas organizacionais e os desafios para os expatriados. RAE Eletrônica, 5(1). https://doi.org/10.1590/S1676-56482006000100009

Jain, A. K., Giga, S. I., & Cooper, C. L. (2013). Perceived organizational support as a moderator in the relationship between organisational stressors and organizational citizenship behaviors. International Journal of Organizational Analysis, 21(3), 313–334. https://doi.org/10.1108/IJOA-Mar-2012-0574

Kanaane, R, (2011). Comportamento humano nas organizações: O homem rumo ao século XXI. São Paulo: Atlas. 2° edição.

Kozma, A., Stones, M. J. &, Mcneil, J. K. (1991). Psychological well-being in later life. Butterworths: Toronto.

Kurtessis, J.N., Eisenberger, R., Ford, M.T., et al. (2017) Perceived Organizational Support: A Meta-Analytic Evaluation of Organizational Support Theory. Journal of Management, 43, 1854-1884.

https://doi.org/10.1177/0149206315575554

Laplanche, J., & Pontalis, J. B. (2004). Vocabulário da psicanálise. São Paulo: Martins Fontes.

Lima, R. O. O. ; Formiga, Nilton Soares ; Franco, J. B. M. ; Gurgel, C. R. F. O. ; Silva, A. A. M. ; Silva, C. P. ; Marques, G. A. S. ; Guilherme, C. M. (2022). Comprar é bom demais!!! Correlatos entre a dependência em compras e o bem-estar subjetivo em consumidores na cidade de Natal – RN. In: Resiane Paula Silveira. (Org.). Temáticas Contemporâneas da Sociedade, seus Aspectos e Realidades - Volume 2. 1ed.Formiga - MG: Editora Union, v. 2, p. 8-33.

Luthans, F. (2002). The need for and meaning of positive organizational behavior. Journal of Organizational Behavior, 23(6), 695-706. https://doi.org/10.1002/job.165

Luthans, F., & Youssef, C. M. (2004). Human, social, and now positive psychological capital management: Investing in people for competitive advantage. Journal Organizational Dynamics, 33(2), 143-160. https://doi.org/10.1016/j.orgdyn.2004.01.003

Luthans, F., Alolio, B. J., Avey. J. B., & Norman, S. M. (2007). Positive Psychological Capital: Measurement and relationship with performance and satisfaction. Personnel Psychology, 60(3), 541-572. Doi: 10.1111/j.1744-6570.2007.00083.x

Maia, M. F. M.., Maia Tolentino, . T. ., Aparecida Gonçalves Lima, . C. ., Valéria de Oliveira Souza, B. ., Claude Lafeta, J. ., Raiany Pereira Silva, . K., … Soares Formiga, N. (2020). Psicologia positiva e o bem estar: Estudo dos aspectos saudáveis do viver. RENEF, 7(9), 2–30. https://doi.org/10.35258/rn2017070900001

Maia, M. F. M.; Vasconcelos-Raposo, J. J. B. (2010). Indicadores Psicológicos e fatores associados em adolescentes. Vila Real: UTAD.

Murta, S. G. & Troccoli, B. T. (2004) Avaliação de intervenção em estresse ocupacional. Psic.: Teor. e Pesq. 20(1), 39-47.

Nogueira, A. P. S., & Oliveira, Á. de F.. (2022). Impacto da Percepção de Suporte Organizacional e Capital Psicológico no Bem-Estar no Trabalho. Psicologia: Ciência E Profissão, 42, e238418. https://doi.org/10.1590/1982-3703003238418

Ocasal, D. L. M., Martínez, M. A. G., & Santos, N. Q.. (2024). Subjective well-being and labor productivity: A global and organizational perspective. Revista De Administração De Empresas, 64(5), e2023–0367. https://doi.org/10.1590/S0034-759020240504

Oliveira, A. L., Freitas, J. F., Reis, C. S., & Gameiro, S.. (2024). Educação, bem-estar e sentido da vida: o caso de uma universidade sênior de Portugal . Educação E Pesquisa, 50, e278304. https://doi.org/10.1590/S1678-4634202450278304

Oliveira-Castro, G. A., Pilati, R., & Borges-Andrade, J. E. (1999). Percepção de suporte organizacional: desenvolvimento e validação de um questionário. Revista De Administração Contemporânea, 3(2), 29–51. https://doi.org/10.1590/S1415-65551999000200003

Paludo, S. dos S., & Koller, S. H.. (2007). Psicologia Positiva: uma nova abordagem para antigas questões. Paidéia (ribeirão Preto), 17(36), 9–20. https://doi.org/10.1590/S0103-863X2007000100002

Paparelli, R., Sato, L., & Oliveira, F. (2011). A Saúde Mental relacionada ao trabalho e os desafios aos profissionais da saúde. Revista Brasileira de Saúde Ocupacional, 36 (123), 18-127.

Pasquali, L. (2011). Psicometria: teoria dos testes na psicologia e na educação. 4 ed. Petrópolis/RJ: Vozes.

Pasquali, L., Gouveia, V. V., Andriola, W. B. Miranda, F. J. & Ramos, A. L. M. (1994). Questionário de Saúde Geral de Goldberg (QSG): Adaptação brasileira. Psicologia: Teoria e Pesquisa, 10 (3), 421-438.

Paula, N. H. M. M. de, Formiga, N. S. ., Silva , A. K. L. da, Franco, J. B. M., Oliveira , H. C. C. ., Prochazka, G. L., Nascimento, R. L. ., Grangeiro, S. R. A. ., Valin, C. G. P., Beserra, T. K. P., & Almeida, L. A. L. (2021). The better bond I have with my organization, the healthier I am! Correlates between organizational support and work-related injuries. Research, Society and Development, 10(6), e15710615323. https://doi.org/10.33448/rsd-v10i6.15323

Pauli, J.; Cerutti, P. S. & Andrêis, S. A. (2018). Cidadania organizacional, suporte e bem-estar no trabalho em organizações públicas. Revista Eletrônica de Estratégia & Negócios, 11, 50-73. Disponível em: http://www.portaldeperiodicos.unisul.br/index.php/EeN/article/view/5394/pdf

Pereira, G. A., Formiga. N. S. & Estevam, I. D. (2019). Organização, trabalho e saúde: Suporte organizacional, capital psicológico no trabalho e saúde geral em enfermeiros de um hospital público. Montreal: Novas Edições Acadêmicas.

Pérez-Nebra, A. R., Carlotto, M. S., & Sticca, M. G. (2020). Well-being and Occupational Stress in the context of social distancing due to the COVID-19 pandemic. Em F. Queiroga (Org.), Home office guidelines in the COVID-19 pandemic [electronic form]. Brasília: SBPOT Publications.

Ribeiro, A. D. S. (2019). Sentido e significado de felicidade no trabalho para professores de uma instituição de ensino privada e sem fins lucrativos. Florianópolis,

Seligman, M. & Csikszentmihalyi, M. (2000). Positive psychology: An introduction. American Psychologist, 55, 5-14. https://doi.org/10.1037/0003-066X.55.1.5

Silva, N., Zanelli, J. C. & Tolfo, S. (2013). Diagnóstico e gestão da cultura organizacional. In: Borges, L. O.; Mourão, L. (Orgs.) O trabalho e as organizações: atuações a partir da psicologia. (p. 488-522). Porto Alegre: Artmed.

Siqueira, M. M. (2003). Proposiçăo e análise de um modelo para comportamentos de cidadania organizacional. Revista de Administraçăo Contemporânea, 165, 165-184.

Siqueira, M. M. M. (1995) Antecedentes do comportamento de cidadania organizacional: a análise de um modelo pós-cognitivo. Tese de Doutorado. Universidade de Brasília, Brasília, 1995.

Siqueira, M. M. M. (2008). Medidas do comportamento organizacional: Ferramentas de diagnóstico e de gestão. Porto Alegre: Artmed.

Souza, H. A., & Bernardo, M. H. (2019). Prevenção de adoecimento mental relacionado ao trabalho: a práxis de profissionais do Sistema Único de Saúde comprometidos com a saúde do trabalhador. Revista Brasileira De Saúde Ocupacional, 44, e26. https://doi.org/10.1590/2317-6369000001918

Tabachnick, B.G. & Fidell, L.S. (2001). Using Multivariate Statistics. 4th Edition, Allyn and Bacon, Boston.

Tellegen, A. (1985). Structures of mood and personality and their relevance to assessing anxiety, with an emphasis on self-report. In A. H. Tuma & J. D. Maser (Eds.), Anxiety and the anxiety disorders (pp. 681–706). Lawrence Erlbaum Associates, Inc.

Tomasi, Manueli, Rissi, Vanessa, & Pauli, Jandir. (2020). Influência do suporte organizacional nas vivências de prazer e sofrimento no trabalho em um contexto hospitalar. Revista Psicologia Organizações e Trabalho, 20(3), 1072-1079. https://doi.org/10.17652/rpot/2020.3.18253

Tsai, C. Y., Horng, J. S., Liu, C. H., & Hu, D. C. (2015). Work environment and atmosphere: The role of organizational support in the creativity performance of tourism and hospitality organizations. International Journal of Hospitality Management, 46, 26-35.

Vaez M, Rylander G, Nygren Å, Åsberg M, Alexanderson K (2007): Sickness absence and disability pension in a cohort of employees initially on long-term sick leave due to psychiatric disorders in Sweden. Social Psychiatry & Psychiatric Epidemiology 42, 381-388.

Valin, C. G. P., Formiga, N. S., & Prochazka, G. L. (2022). Fazendo o melhor das nossas experiências emocionais no trabalho! O capital psicológico positivo em professores da formação educacional fundamental em contextos escolares de violência intrafamiliar. In N. S. Formiga (Org.), Estudos em Educação: Inclusão, Docência e Tecnologias (Vol. 5, pp. 93–114). Uniesmero.

Wagner III, J. A.; Hollenbeck, J. R. (2000). Comportamento organizacional: criando vantagem competitiva. São Paulo: Saraiva.

Watson, D., Clark, L. A., & Tellegen, A. (1988). Development and validation of brief measures of positive and negative affect: The PANAS scales. Journal of Personality and Social Psychology, 54(6), 1063–1070. https://doi.org/10.1037/0022-3514.54.6.1063

Zanelli, J. C. Borges-Andrade, J. E.; Bastos, A.V.B. (Org.). (2014) Psicologia, organizações e trabalho no Brasil. 2.ed. Porto Alegre: Artmed. xix, 615 p. ISBN 978-85-8271-084-5.

Downloads

Publicado

2025-08-13

Como Citar

A SAÚDE GERAL EM TRABALHADORES EM ORGANIZAÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS EM NATAL-RN: UM ESTUDO CORRELACIONAL ENTRE SUPORTE ORGANIZACIONAL E BEM-ESTAR PSICOLÓGICO. (2025). Aurum Revista Multidisciplinar, 1(6), 17-40. https://doi.org/10.63330/armv1n6-002